É aquilo que sempre eu digo pra mim

É perigoso pensar demais em alguém, mesmo se esse alguém nem estivesse ou cogitando e tentando ou se lembrando ou tendo um devaneio de você.

Parece que eu tô meio fissurado nessa questão de querer que alguém lembre de mim, eu tento pensar, “Puxa que se dane ele, se ele não quer já tem quem queira, quem perde é ele e não eu, eu sou mais eu” e aqueles todos blábláblá de quem está apaixonado.

É igual aquela música da Marisa Monte

Mais uma vez eu vou te deixar
Mas eu volto logo pra te ver
Vou com saudades no meu coração”

Por mais que eu queira aparentar que sou forte, que sou durão… É aquilo que sempre eu digo pra mim, sou mais manteiga derretida que tudo, por exemplo… Hoje mesmo, estava terminando de ler HARRY POTTER E O CÁLICE DE FOGO eu quase chorei com a homenagem que o Alvo fez para ele, e olha que eu nunca chorei por livro nenhum e isso porque eu assisti o filme e nem me emocionei, com o livro foi diferente, parece que eu senti mais emoção… E olha… Me emocionei mesmo. Parece uma outra história dentro do livro, você se prende muito mais e acho que é dessa mesma forma que eu me prendo quando eu gosto de alguém.

Foi bom eu ter pego o livro do Harry Potter, faz tempo que eu não leio alguma coisa e isso pode me estimular para ler outras coisas, isso porque eu ganhei seis livros da farmacêutica do meu trabalho e eu também vou ler. Porque ler, com aquele mesmo ditado de bom moço “LER É NECESSÁRIO”.

Queria falar da prova de ontem, mas é só lamentos… E esse muro parece esse blog que escrevo sem nenhuma dedicação.

Bom é só isso.

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Uma história fictícia

Eu nem ia escrever, mas sinto que devo… Mesmo com o sono batendo na minha cara, ultimamente eu penso em escrever um livro, fazer uma história… Mas que o personagem não fosse ligado a mim, porque parece que tudo que eu escrevo tem algo muito ligado a mim, como se eu fosse a personagem, será que isso é a maneira certa?

Não sei, será que quando escrevemos algo será que extraímos alguma coisa interna do que queremos e passamos isso para algo fictício e coisas tals.

Vou narrar algo fictício:

Eles estavam no último andar do MAC, onde seus cotovelos se debruçaram sobre a varanda, olhando os carros passarem pela 23, estava uma tarde morna, com um sol no qual não queimava, porém esquentava aquele clima.

Alan fitava Michael com o desejo de sempre, e Michael falava de um affair que ele estava tendo.

Nesse momento fitou os olhos de Alan e nesse mesmo instante, Alan sorriu, Michael retribuiu o sorriso e Alan pegou sua mão, olhou ele e o beijou de um jeito leve, romântico e sadio.

Mas tudo isso não passou de uma miragem de sua cabeça, seus olhos estavam ainda voltados para 23 e Michael continuava falando do seu affair e Alan pensou: – Os meus pensamentos são mais altos que essa altura.

Então, até que ficou bonitinho… Mas entretanto toda via, na vida, claro que é um texto que tem que ser lapidado, que é só um esboço ou algum equívoco linguísticos, mas por incrível que pareça calhou em um drama mexicano

Só mais um outro sentimento do mundo

O que me causa tanta carência? Não queria ser carente, me sinto tão mal assim… Como já disse outras vezes, não queria ter sentimentos, eu fico sufocado, sem alívio né nenhum quando penso nele, ou neles.

Só não digo nome, porque parece que o lance fica mais forte, aquele jeito afetuoso e simbolicamente amor, nesse momento eu penso o que aconteceu para eu me sentir assim? Será que foi um passeio pelo Ibirapuera? Um filme? Às conversas pelo whatsapp? Que será?

“Que será da minha vida sem o teu amor

Da minha boca sem os beijos seus

Da minha alma sem o teu calor”

É tanta coisa, e eu nunca beijei nenhum deles, ou ele… Porque todo o sentimento não pode ser depositado somente em um, porque o coração é de um jeito meio doido, eu mesmo sozinho posso gostar de muitos e ao mesmo tempo não ter nenhum e ao mesmo tempo, ter um e ainda sentir desejo por tantos outros, seria meio putiane…

Mas eu me perco em algo carnal, algo amoroso, algo que me confunde demais.

Pra que tanto sentimento? Quem inventou isso, será que isso realmente existe ou é algo que deveria ser discutido discutido e ser colocado de uma maneira racional e parassemos de falar de coração e começar a falar de metafísica, física quântica e mais uma vez sobre a velocidade da luz.

Que tal?

Isso é só mais um sentimento, talvez de outro mundo, Marte, Saturno até entraria Plutão.

Mas esse coração, está ainda nesse mundo.

Pelas andanças da vida

Faz tanto tempo que eu não escrevo, pois é… Aconteceu tantas coisas pela vida que me faltou disposição e tempo para escrever e aliás, entretanto e todavia ainda tenho a persistência pra escrever aqui… Por quanto tempo? Até eu me cansar.

Ele é incrível

Essa foto não ficou tão boa e a camiseta cor de salmão, aparentou ser mais rosa do que salmão, apesar que pra mim é a mesma coisa.

Também passeei com o Michael por aí, e fui na exposição do castelo Rá Tim Bum

Mas fui com uma pessoa hiper querida

No qual carrego no meu coração de pedra.

Vi uma exposição da Era Heróica dos heróis da DC

Conheci o Sesc 24 de Maio

Vi uma peça…

E é isso por enquanto, queira falar como amo esses amigos.

Mas não quero.

Prendedor de roupa

Estava pensando em um texto gigantesco com toda a qualidade de uma literatura na qual eu ainda não tenho, mas sei que posso desenvolver um texto muito objetivo, claro e tocante.

Imagine um varau de roupas no qual há alguns lençóis brancos de uma malha fina sendo secados ao sol e um ventro ainda mesmo brando consegue levanta-los e fazer umas ondulações naquele céu azul e límpido, nesse caso podemos imaginar em qualquer lugar esse céu, eu imagino esse céu no Jardim Peri, zona norte de São Paulo, quem por acaso estiver lendo isso pode imaginar isso no Jardim Ângela, ou Catete, Jericoacoara, Exu, Contagem, Alecrim, Cidade Satélite e tals.

Mas aonde eu quero chegar? Quero falar sobre amigos, existem muitos… Que consideramos amigos, mas mesmo esses amigos talvez não nos considere amigos desses amigos. Mas ali bem no fundo ainda insistimos em acreditar que pode ser diferente, mas no meio de tantos amigos existem aquele lençol, que no qual nós prendemos e pode passar o furacão que for, nós não soltamos.

A briga do vento que traz todas as dificuldades, que são elas os estudos e o afastamento, novas amizades e o afastamento, os amores e os afastamento, a distância e ainda mais o afastamento, a posição política e o afastamento e a morte e disso não tem como se afastar.

Quando eu gosto de alguém, eu prendo com toda a força esse meu lençol… Mas tem coisas que derrubamos, um motivo é porque cansamos de segurar lençóis que pesam em nossas vidas e botamos a culpa no vento dizendo que ele mudou a direção, mas na realidade e que cada um teve a culpa desse peso e ninguém admite quem estava errado ou não.

Esse texto está muito dramático, mas eu precisava trabalhar essa analógia de pessoas com prendedores e lençóis.

Até porque, essa ideia me veio no Domingo, dia 09 de Julho depois da apresentação que vi da Orquestra Juvenil de Heliópolis e de brinde teve a participação especial da Pitty.

Essa foto não foi a melhor, mas é que eu achei mais simbólica, por causa da lua.

Outro motivo é que eu encontrei com pessoas especiais para mim. O meu primo Eduardo e o Gui, e faz um tempo que não vejo esses dois, o vento já bateu tanto nesses dois que acho difícil eu soltar por qualquer coisa.

Espero que eu nunca solte.

Aliás eu poderia falar do meu primo, mas um dia eu falo dele… Acho que ele nem se importa com isso, quero falar do Gui, mas não pode ficar maçante e repetir o que já falei, mas ele, acredito que ele sabe que só tenho elogios para falar dele.

Bom, sem delongas aqui uma foto nossa, que tantas vezes por aí nunca tiramos fotos juntos,e pelo destino finalmente  conseguimos, aqui cabe e digo que ele é o lençol mais bem preso que já segurei e se um dia ele quiser se soltar fique a vontade, porque os momentos bons que passamos juntos são tão memoráveis que já me causa saudade demais ♥.

É isso.

Pagliacci/ O carinho das mãos

Ontem eu assisti Pagliacci da companhia Lá Minina, peça sensacional… Roteiro, atores, luz, som, cenário completamente impecável, artes circenses, o circo,  palhaço é tudo muito  é tudo muito é tudo muito é tudo muito mágico, são muitos muito no qual não classifiquei nenhuma vírgula. Mas nesse caso também específico, cabe ressaltar a agradabilíssima companhia incrível do Luiz Henrique.

Enfeitando com mais ensejo esse texto, vamos supor que quando eu atento a peça, encostei acidentalmente minha mão na dele, aí ele encostou na minha e aí quando vimos estávamos de mãos dadas, achei tão fofinho… Fazia muito tempo que eu não pegava a mão com tanto afeto, parecia aquelas ciganas tentando adivinhar o futuro nas mãos, o carinho das mão… 

Teve uma parte dessa vida, que eu dei um beijo na mão dele, só me deu vontade de fazer isso… E teve outra parte da vida que eu dei um beijo no rosto dele, e teve uma outra parte da vida que ele deu um beijinho no meu ombro, acredito que foi pro recalque passar longe.

Mas só ficamos só nisso, talvez porque a política não favoreceu o movimento… Política da timidez, porque eu sou tímido, ele é tímido, o mundo é tímido, todos os tímidos do mundo mora em nós, isso porque vimos uma peça descontraída, com uma história com muitos amores.

Acredito que por enquanto é somente isso.

Peneira do mundo

Na vida a gente conhece diversas pessoas, de todas às maneiras, seja no ônibus, no metrô, na faculdade, nas filas, bares e por aí vai. No mesmo sábado que vi BR-Trans conheci um rapaz, antes disso tudo… Comecei a conversar com ele em um app chamado Hornet, qual qual é uma vitrine de caras que surgem próximo de você, e aí… Se der certo bora conversar, encontrei o perfil do Luiz Henrique quando eu estava no Ibirapuera esperando pra assistir uma peça chamada “Contrações”, toda vez que lembro daquela peça eu fico fascinado, a peça é boa demais, foi no dia 18 de Junho que vi a peça, que eu fui pra parada e aí depois eu fui ver a peça.

Sei que eu mandei um OI pra ele, aí então ele não chegou a me responder de imediato, só sei que fomos conversar um pouco mais quando eu cheguei em casa, acho que isso depois depois da meia-noite, mas só acho.

Só sei que conversamos a semana inteira, e decidimos ver BR-Trans e por fim nos conhecer.

Antes de criar uma ode, vou explicar uma coisinha, normalmente nessas vitrines de app, existem pessoas que buscam padrões que em muitas vezes eu não me encaixo seria como “achar um homem de tv que veste a perfeição”, e muitas vezes começa com um papinho e depois às palavras se morrem.

Uma ode agora.

Sobre o Luiz Henrique, ele é um pouco menor que eu… Porém não falei onde combinamos em nos encontrar, dentro do auditório Ibirapuera, quando eu cheguei lá ele estava sentado, deixei ele esperando por uma hora, claro que não foi de propósito, foi o ônibus, os semáforos, o excesso de pessoas que precisam pegar o ônibus, a 23 de Maio, o Elefante tudo.

Sobre o Luiz Henrique, ele é um pouco menor que eu, e no dia quando nós nos abraçamos eu senti o perfume dele, maravilhoso o cheiro. O jeitinho dele todo tímido e encantador, ele fez teatro no Recriarte e sabe conversar e tem diversos assuntos interessante e inteligentes.

Ainda não sei muito sobre ele, mas o que eu já percebo é que se depender de mim, podemos ser ótimos amigos. E que é possível peneirar pessoas legais onde é difícil achar pessoas que em muitas vezes só vem com papos vazio.